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Fico triste quando…
não acreditas em mim quando preciso que o faças,
me escondes as coisas,
não vens ter comigo quando preciso,
não te abres para mim,
te escondes atrás de uma muralha,
não falas do que sentes,
ignoras a minha tristeza,
não me acompanhas no meu dia a dia,
não me dás valor…
Às vezes somos possuídos por uma sensação de tristeza que não conseguimos controlar. Percebemos então que o instante mágico daquele dia passou e nada fizemos. Então a vida esconde a sua magia e a sua arte.
Se não nascermos de novo, se não tornarmos a olhar a vida com a inocência e o entusiasmo da infância, viver não terá mais sentido.
Talvez o amor nos faça envelhecer antes da hora e nos torne jovens quando a juventude já passou. Mas como não recordar aqueles momentos? Por isso escrevo, para transformar a tristeza em saudade, a solidão em lembranças. Para que, quando acabasse de contar a mim mesma esta história, a pudesse largar em águas bem distantes…
É preciso correr riscos.
Só percebemos realmente o milagre a vida, quando deixamos que o inesperado aconteça. Às vezes a felicidade é uma bênção – mas geralmente é uma conquista. Mas pobre de quem teve medo de correr riscos.
Na vida real, o amor precisa de ser possível. Mesmo que não haja uma retribuição imediata, o amor só consegue sobreviver quando existe a esperança, por mais distante que seja, de que conquistaremos a pessoa amada.
Quem ama precisa de saber perder-se, precisa de saber encontrar-se. O amor é cheio de armadilhas. Quando se quer manifestar, mostra apenas a sua luz – e não nos permite ver as sombras que essa luz provoca.
A vida ensinou-me muitas coisas… ensinou-me que podemos aprender, ensinou-me que podemos mudar. E contigo estou disposta a fazê-lo, por muito que me custe, porque te amo.
Não me vou apaixonar pelo impossível, porque já estou apaixonada por ti.
Da tua
Fico triste quando…
não acreditas em mim quando preciso que o faças,
me escondes as coisas,
não vens ter comigo quando preciso,
não te abres para mim,
te escondes atrás de uma muralha,
não falas do que sentes,
ignoras a minha tristeza,
não me acompanhas no meu dia a dia,
não me dás valor…
Às vezes somos possuídos por uma sensação de tristeza que não conseguimos controlar. Percebemos então que o instante mágico daquele dia passou e nada fizemos. Então a vida esconde a sua magia e a sua arte.
Se não nascermos de novo, se não tornarmos a olhar a vida com a inocência e o entusiasmo da infância, viver não terá mais sentido.
Talvez o amor nos faça envelhecer antes da hora e nos torne jovens quando a juventude já passou. Mas como não recordar aqueles momentos? Por isso escrevo, para transformar a tristeza em saudade, a solidão em lembranças. Para que, quando acabasse de contar a mim mesma esta história, a pudesse largar em águas bem distantes…
É preciso correr riscos.
Só percebemos realmente o milagre a vida, quando deixamos que o inesperado aconteça. Às vezes a felicidade é uma bênção – mas geralmente é uma conquista. Mas pobre de quem teve medo de correr riscos.
Na vida real, o amor precisa de ser possível. Mesmo que não haja uma retribuição imediata, o amor só consegue sobreviver quando existe a esperança, por mais distante que seja, de que conquistaremos a pessoa amada.
Quem ama precisa de saber perder-se, precisa de saber encontrar-se. O amor é cheio de armadilhas. Quando se quer manifestar, mostra apenas a sua luz – e não nos permite ver as sombras que essa luz provoca.
A vida ensinou-me muitas coisas… ensinou-me que podemos aprender, ensinou-me que podemos mudar. E contigo estou disposta a fazê-lo, por muito que me custe, porque te amo.
Não me vou apaixonar pelo impossível, porque já estou apaixonada por ti.
Da tua

posted by The Red Lipstick Girl at segunda-feira, abril 18, 2005